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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Limpeza em caixas de água tumultua PA

JORNAL A RAZÃO

Além da alta procura, quem buscou atendimento médico ontem no Pronto Atendimento do Patronato enfrentou um outro problema: a falta de água. A execução de serviço de limpeza nas duas caixas de água com capacidade para armazenar 15 mil litros cada, teria contribuído para aumentar ainda mais a amarga espera.

A doméstica Marli Terezinha Loretto, 40 anos, era uma das pessoas que no meio da tarde ainda aguardava pela vez da filha de 17 anos ser chamada pelo médico. Ela havia chegado por volta das 9h30. Situação semelhante enfrentou o auxiliar de expedição Jorge dos Santos, 35. Ele buscava atendimento pediátrico para o filho com febre. “Um horror. Muita gente foi embora. Se durante a semana a procura já é grande, então porque não fazem o serviço em um domingo, por exemplo”, protestou ele.

Mas segundo a responsável técnica de enfermagem, Cleci Cardoso, a demora foi causada em função da alta procura e não devido a execução do serviço. “As torneiras não chegaram a ficar mais do que 40 minutos secas. Não podemos deixar de atender pacientes graves para priorizar consultas. Ontem (terça), por exemplo, chegaram três ambulâncias ao mesmo tempo trazendo pacientes acidentados”, justificou. Somente no PA Adulto seriam realizados mais de 160 atendimentos por dia.

Limpeza em caixas de água tumultua PA

GAZETA DE NOTÍCIAS

Além da alta procura, quem buscou atendimento médico ontem no Pronto Atendimento do Patronato enfrentou um outro problema: a falta de água. A execução de serviço de limpeza nas duas caixas de água com capacidade para armazenar 15 mil litros cada, teria contribuído para aumentar ainda mais a amarga espera.

A doméstica Marli Terezinha Loretto, 40 anos, era uma das pessoas que no meio da tarde ainda aguardava pela vez da filha de 17 anos ser chamada pelo médico. Ela havia chegado por volta das 9h30. Situação semelhante enfrentou o auxiliar de expedição Jorge dos Santos, 35. Ele buscava atendimento pediátrico para o filho com febre. “Um horror. Muita gente foi embora. Se durante a semana a procura já é grande, então porque não fazem o serviço em um domingo, por exemplo”, protestou ele.

Mas segundo a responsável técnica de enfermagem, Cleci Cardoso, a demora foi causada em função da alta procura e não devido a execução do serviço. “As torneiras não chegaram a ficar mais do que 40 minutos secas. Não podemos deixar de atender pacientes graves para priorizar consultas. Ontem (terça), por exemplo, chegaram três ambulâncias ao mesmo tempo trazendo pacientes acidentados”, justificou. Somente no PA Adulto seriam realizados mais de 160 atendimentos por dia.

É preciso paciência

JORNAL DIÁRIO DE SANTA MARIA

Limpeza de caixas dágua no PA atrasou atendimentos ontem
Os pacientes que buscaram atendimento no Pronto-Atendimento (PA) do Patronato, ontem, enfrentaram um teste de paciência à tarde. O local ficou uma hora – das 13h às 14h – sem água devido à limpeza nas duas caixas d’água, o que acabou atrasando as consultas.

Cada caixa, com capacidade de 15 mil litros de água, foi esvaziada. Enquanto uma caixa era limpa, a outra teria de abastecer o PA. Porém, o registro que fazia com que o líquido chegasse de forma independente às torneiras, aos bebedouros e aos demais setores, apresentou um problema e foi fechado, bloqueando o abastecimento. Por isso, idosos, crianças e adultos esperaram mais tempo do que o normal.

Cibele Vaccaro, 24 anos, moradora da Vila Alto da Boa Vista, que estava com os dois filhos doentes, esbravejava no saguão do PA Infantil. Yasmin, 1 ano e 8 meses, e Felipe, 6, chegaram vomitando e com febre.

– Eles estão doentes, mas toda vez que venho aqui é assim: um sacrifício. Já estou há uma hora, e pelo visto ficarei esperando muito mais. Não é fácil – lamenta a dona de casa.

Cerca de 35 pessoas esperavam atendimento no início da tarde nos PAs adulto e infantil. A demora para consultar, que chegou a três horas, gerou revolta entre os pacientes.

– Pago imposto. Minha filha está lá dentro e, quando ela queria água, não tinham. É um absurdo – disse a dona de casa Jessica Aires, 31 anos, mãe de Luisiane, 14.

Justificativa – A coordenadora do PA, a médica Selena Michel, explica que uma ou duas vezes por ano as caixas d’água têm de ser limpas. Desta vez, a limpeza foi feita à tarde.

– Além de ser uma norma da Vigilância Sanitária para preservar a saúde da comunidade, é um procedimento necessário. Mas, de alguma forma, afeta o serviço. Não avisamos à comunidade porque nas outras limpezas não tivemos esse tipo de problema – explica a coordenadora.

Segundo a enfermeira-chefe do PA, Cleci Cardoso, como todos os dias são atendidas cerca de 300 pessoas nos dois PAs, a demora nas consultas não se dá apenas pela falta de água, e sim, pela demanda ser muito grande:

– A demora é normal. Há atendimentos que levam 15 minutos, e outros ficam uma hora.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Multa para o bem

JORNAL DIARIO DE SANTA MARIA

O Ministério Público do Trabalho reverteu multa de R$ 40 mil para a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer, de Santa Maria. A multa foi dada a uma empresa de combustíveis (nome não divulgado) que desrespeitou direitos de seus funcionários.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A rua é de todos

Moradores do bairro Medianeira dão exemplo de cidadania

Comprometimento é a força que move os moradores do bairro Nossa Senhora Medianeira. Na tarde de sábado, cerca de 150 pessoas ajudaram a plantar as primeiras sementes do projeto Minha Rua, Minha Casa, uma proposta do Movimento Comunidade Ativa. O trabalho é coordenado pelo estudante de Economia Tiago Chiappa, 31 anos, morador da região há 28. A vizinhança e os voluntários do curso Técnico em Paisagismo, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), deram início ao processo de revitalização do canteiro central da Rua Prefeito Heitor Campos, em frente à Escola Irmão José Otão.

Enxadas em punho, moradores e voluntários trabalhavam no solo, faziam a retirada dos excessos de raízes e a adubação – atividades previstas nessa primeira etapa prática do processo. Antes disso, os alunos do curso técnico abraçaram a causa da comunidade, fizeram o levantamento do local e elaboraram o projeto paisagístico do canteiro, que ainda prevê bancos, lixeiras, áreas pavimentadas, entre outras ações. O projeto não sairia do papel sem a soma de esforços.

– Queremos revitalizar todos os canteiros do bairro. Mas o Minha Rua, Minha Casa não é só isso. É também uma forma de incentivar o protagonismo local e de trazer qualidade de vida e desenvolvimento não só para a nossa região. O projeto pode servir como piloto para outros bairros – diz Tiago.

Além da força de moradores, o Minha Rua, Minha Casa, segundo o coordenador, recebe o apoio da prefeitura e da iniciativa privada, que fez a doação de materiais o projeto. No sábado, o prefeito Cezar Schirmer (PMDB) fez uma visita ao local para ver o trabalho da comunidade.

Mutirão – Para o técnico em eletrônica Amilton Chiappa, 53 anos, esta é a primeira vez que ele vê a comunidade engajada numa mesma causa. Ele é morador do bairro desde pequeno.

– Além de integrar a vizinhança, os moradores se unem pelo bem de Santa Maria. A cidade está precisando de mais iniciativas como essa – comenta Amilton, tio de Tiago.

Entre as atividades do Minha Rua, Minha Casa, estão previstas também a numeração dos postes e a pintura do meio-fio das calçadas. Ainda há muito trabalho a ser realizado, mas as primeiras sementes já foram plantadas.

– Nosso objetivo é gerar uma mudança de cultura em favor do bem comum – diz Tiago.